Quando a noite cai
Uma agonia nefanda invade meu coração
E como a sombra de um louco
Meu pensamento vagueia.
Nessa escuridão as figuras tremulantes daqueles
Que foram meus conhecidos já não podem me ajudar
E de novo eu caminho por essa estrada abstrata
Chamada medo
Para minha sorte pequenas doses de ilusão podem
Cicatrizar minhas feridas momentaneamente.
Apenas mais uma vez
Vou deixar que você seja a minha maldição,
Minha doce queda do paraíso.
Sei que o precipício esta a dois passos
Mas hoje a fé não pode ser a cura
Só uma nostalgia
Chamando seu nome em delírios e fúria
Você sorri de novo intocada
Pronta para me ver arder em chamas
No escuro desta noite.
domingo, 5 de outubro de 2008
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