Um dia
Cansado de mais uma overdose tecnológica
Decidi ir para o lugar
Que alimenta a vida
E atirar-me naquele abismo.
O tempo não existia
E eram apenas dias de noite eterna
Eles eram como sombras
E eu era um reflexo
Da minha realidade,
O nada tornava-se tudo
Então senti-me tentado
A perder-me pela infinidade
As minhas lembranças viraram pó
E foram derramadas universo a fora
Neste momento o bem e o mal
Eram um
E meus amigos estavam ocultos
Na mais densa floresta.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
domingo, 5 de outubro de 2008
Doce Queda
Quando a noite cai
Uma agonia nefanda invade meu coração
E como a sombra de um louco
Meu pensamento vagueia.
Nessa escuridão as figuras tremulantes daqueles
Que foram meus conhecidos já não podem me ajudar
E de novo eu caminho por essa estrada abstrata
Chamada medo
Para minha sorte pequenas doses de ilusão podem
Cicatrizar minhas feridas momentaneamente.
Apenas mais uma vez
Vou deixar que você seja a minha maldição,
Minha doce queda do paraíso.
Sei que o precipício esta a dois passos
Mas hoje a fé não pode ser a cura
Só uma nostalgia
Chamando seu nome em delírios e fúria
Você sorri de novo intocada
Pronta para me ver arder em chamas
No escuro desta noite.
Uma agonia nefanda invade meu coração
E como a sombra de um louco
Meu pensamento vagueia.
Nessa escuridão as figuras tremulantes daqueles
Que foram meus conhecidos já não podem me ajudar
E de novo eu caminho por essa estrada abstrata
Chamada medo
Para minha sorte pequenas doses de ilusão podem
Cicatrizar minhas feridas momentaneamente.
Apenas mais uma vez
Vou deixar que você seja a minha maldição,
Minha doce queda do paraíso.
Sei que o precipício esta a dois passos
Mas hoje a fé não pode ser a cura
Só uma nostalgia
Chamando seu nome em delírios e fúria
Você sorri de novo intocada
Pronta para me ver arder em chamas
No escuro desta noite.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Retratos em chama
Eu busco a luz de uma infância perdida,
De um sonho falho,
De uma pequena chama escondida nessas paredes
Pra sempre sem vida
Marcadas de cinza e preto
Pela voz do tempo
Às vezes essa chama desperta para morrer com você
Então se dobra mais uma vez
Para o fundo de minha alma
Estraçalhada, torturada...
Tão doces devaneios fizeram-te perder
Em sua própria escuridão
E de vez em quando
Ela surge à sua porta distante
Trajada de preto
Mas ainda com o mesmo nome:
Esperança
Eu ainda quero o que sempre quis
Despertar e sair desse calabouço
Apenas uma vida...
As plantas do nosso jardim
Já estão secas
E esperando em planto está
A amarga realidade
Que foi a muito queimada
Com nossos retratos
Em uma noite esquecida.
O Anjo da Redenção
Como um anjo caído procurando a cura para os vícios
Eu caminho pela noite
Eu almejo o sono dos meus pecados.
Que a alma que grita seja abençoada
E que os desejos monstruosos sejam domados
Tal qual uma lírica perfeita
A dor é a forma do paraíso mostrar
Que ainda não alcançamos a perfeição
É o nosso toque mortal
Será que os deuses sentem nossa dor?
Em minha caminhada quantos bosques gelados encontrarei?
O suficiente para a quase insanidade
O suficiente para não sufocar
Como sol que surge para levar a gota de orvalho
Que meus pecados sejam expurgados
Sumam
A dor é a forma do paraíso mostrar
Que ainda não alcançamos a perfeição
É o nosso toque mortal
Será que os deuses sentem nossa dor?
Você não poderá gritar no fim da jornada
Você será a síntese de todas as suas ações
Você sente a minha dor?
Eu caminho pela noite
Eu almejo o sono dos meus pecados.
Que a alma que grita seja abençoada
E que os desejos monstruosos sejam domados
Tal qual uma lírica perfeita
A dor é a forma do paraíso mostrar
Que ainda não alcançamos a perfeição
É o nosso toque mortal
Será que os deuses sentem nossa dor?
Em minha caminhada quantos bosques gelados encontrarei?
O suficiente para a quase insanidade
O suficiente para não sufocar
Como sol que surge para levar a gota de orvalho
Que meus pecados sejam expurgados
Sumam
A dor é a forma do paraíso mostrar
Que ainda não alcançamos a perfeição
É o nosso toque mortal
Será que os deuses sentem nossa dor?
Você não poderá gritar no fim da jornada
Você será a síntese de todas as suas ações
Você sente a minha dor?
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Fatal Frame

Irmã.onde estas?
Por favor saia das sombras e
Deixe-me contemplar o seu rosto!
Ninguém responde.
Agora sei...
Minha jornada só esta começando
O que posso levar além da esperança?
Talvez consiga encontrá-la em meus sonhos
Ou então naquele lugar onde não existe dia
E onde o tempo ha muito se perdeu.
Disseram-me uma vez que os primeiros passos
São sempre os mais incertos
E eu nunca senti essa verdade como agora
Será que poderia adentrar nestas portas
Sem me ferir?
O primeiro passo...
E ele foi o inicio do meu calvário...
ÁRVORE GÉLIDA
Entre os corredores sombrios
O medo já deixou sua marca.
Sangue,silêncio e escuridão se unem
Para formar este cenário.
As negras cortinas tornam-se cada vez
Mais volumosas pela oscilação do ar
Até meu desespero parece silencioso
Perante esta atmosfera,sem força,sem vida.
No jardim,já morto,triste árvore gélida
Se ergue
E parece ser o único ser vivente
Talvez uma lembrança do fantasma infante
Que mora próximo de suas raízes
E que expressa um lamento sem fim.
Não devo me reter pela depressão
Que parece emanar de seu choro
As armadilhas são as mais diversas,
Mas o destino não me leva à morte
Não ainda...
O QUARTO DO ENFORCADO
Escadarias que levam ao inesperado
Um temor que me invade por completo
O quão longe de minha busca estou?
Este cômodo é assustador!
Uma luz trêmula e turva
Banha todo local
Roupas velhas,rasgadas e escuras
Espalham-se penduradas em madeiras.
No centro do quarto
Jaz o corpo de um enforcado.
Fechados seus olhos se encontram
Sua mão direita protege uma faca
Em contraparte a cabeça que pende
Para o lado oposto.
Ainda pendurado em sua corda
O corpo gira devagar.
O que aconteceu?
....
Eu só quero a saída
E essa sensação me diz....
Seus olhos se abrem
Um segundo é uma eternidade
Quando a morte se aproxima.
A faca em punho
O espírito avança sobre mim
Que minha câmera
Ofereça um pouco de luz
Um flash...
Para a escura absoluta....
RITUAL DE SOMBRAS
Aos poucos desperto
Estou presa!
Quem são estes demônios?
Sua pronuncia é confusa,
Mas suas palavras podem ser
Distinguidas
Que Deus me ajude:
‘’Em profundo poder
em manto sepultado.
Terra,fogo,sangue
Consumados’’
Desespero...
‘’em chamas encontra-se
a casa de Deus
longínqua vontade
para o lúgubre destino’’
Marcas são feitas em meu corpo
Espasmos,convulsões
‘’O coração dos mortos
sem este sopro não
há luz,não há amor
não há vida!’’
Silencio...
A SALA DO CORAÇÃO
Desde crianças eu e minha irmã
Tínhamos uma ligação especial.
As flores de laranjeira caiam
Naquela primavera.
Juramos ficar juntas para sempre...
A morte deve ser passageira
O juramento...
Eterno !
Irmã é você?
(Arthur willians)
Sonhos de um condenado
Se me falassem em imortalidade
Há um tempo atrás
Com certeza riria.
Por que tento
A cada noite
Achar-me em um copo de sangue?
Entre cinzas e caixões
Este mundo não me pertence!
Apenas estou entorpecido
Poucos sabem o que é viver
Com uma besta assassina
No seu mais profundo
Âmago
Se almeja esta existência
Primeiro dê-me à redenção
Deixe que o sol
Novamente toque minha pele,
Faça com que a natureza
Aceite-me novamente
Como seu filho,
Torne-me um servo de Deus
Que em sua infinita sabedoria
Concedeu-me nada mais
Nada a menos
Que o inferno
Liberte-me para que eu possa
Sentir um corpo desejando-me,
Envolvendo-me
E possa amá-lo para toda vida
Estes são apenas sonhos
De um decadente
Que vê a cada instante
O pouco que há de si
Evaporar-se.
Não existe mais sensação
Nem humanidade
Agora e para sempre
Só estou voltando
Para minha própria
Escuridão!
Há um tempo atrás
Com certeza riria.
Por que tento
A cada noite
Achar-me em um copo de sangue?
Entre cinzas e caixões
Este mundo não me pertence!
Apenas estou entorpecido
Poucos sabem o que é viver
Com uma besta assassina
No seu mais profundo
Âmago
Se almeja esta existência
Primeiro dê-me à redenção
Deixe que o sol
Novamente toque minha pele,
Faça com que a natureza
Aceite-me novamente
Como seu filho,
Torne-me um servo de Deus
Que em sua infinita sabedoria
Concedeu-me nada mais
Nada a menos
Que o inferno
Liberte-me para que eu possa
Sentir um corpo desejando-me,
Envolvendo-me
E possa amá-lo para toda vida
Estes são apenas sonhos
De um decadente
Que vê a cada instante
O pouco que há de si
Evaporar-se.
Não existe mais sensação
Nem humanidade
Agora e para sempre
Só estou voltando
Para minha própria
Escuridão!
O Sono da Alma
Somos mesmo treinados
Para matar nossos
Sentimentos?
A nos anularmos
Sendo vitimas de pensamentos
Corrosivos?
Enquanto eu durmo
Meu espírito vagueia livremente
Em busca de aprendizado e
A pureza
Que por vezes é esquecida
Porém jamais perdida.
Esse fantasma de mim
Flutua pelas ruas e capelas
De minha alma
Eu escondo de mim tudo que
Machuca-me
Mas eu posso dizer que estou vivo
O ‘’sentir’’ cada vez torna-se
Uma faca com a ponta em chamas
Pronta para arrancar-me o ultimo suspiro.
Essa barreira auto-imposta um dia
Poderá destruir-me
Enquanto isso
Ela só me fortalece
Há brutalidade e há honestidade
Ambas ferem
Ambas são mártires do meu anarquismo
Ambas me fazem amar e odiar.
Não quero tornar-me uma casca vazia,
Talvez
Se esquivarmo-nos do sofrimento
Também percamos a felicidade
Nessa viagem o espírito se move
No compasso da minha vida
Ele não é vulnerável l
Porque entende a si
E tenta me ensinar,as vezes em vão,
A amar
Para matar nossos
Sentimentos?
A nos anularmos
Sendo vitimas de pensamentos
Corrosivos?
Enquanto eu durmo
Meu espírito vagueia livremente
Em busca de aprendizado e
A pureza
Que por vezes é esquecida
Porém jamais perdida.
Esse fantasma de mim
Flutua pelas ruas e capelas
De minha alma
Eu escondo de mim tudo que
Machuca-me
Mas eu posso dizer que estou vivo
O ‘’sentir’’ cada vez torna-se
Uma faca com a ponta em chamas
Pronta para arrancar-me o ultimo suspiro.
Essa barreira auto-imposta um dia
Poderá destruir-me
Enquanto isso
Ela só me fortalece
Há brutalidade e há honestidade
Ambas ferem
Ambas são mártires do meu anarquismo
Ambas me fazem amar e odiar.
Não quero tornar-me uma casca vazia,
Talvez
Se esquivarmo-nos do sofrimento
Também percamos a felicidade
Nessa viagem o espírito se move
No compasso da minha vida
Ele não é vulnerável l
Porque entende a si
E tenta me ensinar,as vezes em vão,
A amar
Vampirismo, a Mascara da imortalidade
METAMORFOSE...
Na penumbra de meus sonhos
Só o silêncio encontra-se
Formas abstratas são freqüentes
Ilusões,desejos remanescentes
Desperto!
A sombria figura está à espreita
Coração acelerado
Desespero,adrenalina
Por fim o topor
Almeja a vida que pulsa rubra
Em minhas veias
E aos poucos a drena
O calor envolve minha jugular
E retira-se do meu corpo
A centelha oferecida pelo criador
Logo voltará a ele
Sensação de paz,
Escuridão,
Isso é a morte?
Algo me traz de volta
Arrancando-me o conforto.
Meu corpo estremece acostumando-se a nova
Condição
A criatura deu-me um fragmento
De sua vida infernal
Selando sua cria com sangue
SOBREVIVÊNCIA...
Hoje a luta para manter a humanidade
É sempre constante
Espreito entre sombras
Alimentando-me dos que foram meus irmãos
E se não o fizer estarei libertando
O que há de pior em mim
Todos confortáveis em seus lares
Desconhecem que vivem entre animais selvagens
Talvez sua inocência o mantenha salvo
Mas até quando?
ETERNIDADE...
O glamour hollywodiano não existe
E não há beleza em fazer o que fazemos
É essa a vida eterna com que os sonham os mortais?
Tudo é pura ilusão...
Por onde quer que eu vá só há trevas
Viverei,no entanto,para acompanhar
As sementes que foram plantadas hoje
Florescerem
O tempo será meu aliado e inimigo
Me contentarei com suas recompensas
E romperei em prantos ao ver
Que minha vontade vem sendo domada
E que torno-me algo com que não poderei
Sonhar nem em meus piores pesadelos
Não me julgue,no entanto,
Aquele que me criou queria
Dar-me a mortalidade
Em vez disso...
Criou um monstro!
Na penumbra de meus sonhos
Só o silêncio encontra-se
Formas abstratas são freqüentes
Ilusões,desejos remanescentes
Desperto!
A sombria figura está à espreita
Coração acelerado
Desespero,adrenalina
Por fim o topor
Almeja a vida que pulsa rubra
Em minhas veias
E aos poucos a drena
O calor envolve minha jugular
E retira-se do meu corpo
A centelha oferecida pelo criador
Logo voltará a ele
Sensação de paz,
Escuridão,
Isso é a morte?
Algo me traz de volta
Arrancando-me o conforto.
Meu corpo estremece acostumando-se a nova
Condição
A criatura deu-me um fragmento
De sua vida infernal
Selando sua cria com sangue
SOBREVIVÊNCIA...
Hoje a luta para manter a humanidade
É sempre constante
Espreito entre sombras
Alimentando-me dos que foram meus irmãos
E se não o fizer estarei libertando
O que há de pior em mim
Todos confortáveis em seus lares
Desconhecem que vivem entre animais selvagens
Talvez sua inocência o mantenha salvo
Mas até quando?
ETERNIDADE...
O glamour hollywodiano não existe
E não há beleza em fazer o que fazemos
É essa a vida eterna com que os sonham os mortais?
Tudo é pura ilusão...
Por onde quer que eu vá só há trevas
Viverei,no entanto,para acompanhar
As sementes que foram plantadas hoje
Florescerem
O tempo será meu aliado e inimigo
Me contentarei com suas recompensas
E romperei em prantos ao ver
Que minha vontade vem sendo domada
E que torno-me algo com que não poderei
Sonhar nem em meus piores pesadelos
Não me julgue,no entanto,
Aquele que me criou queria
Dar-me a mortalidade
Em vez disso...
Criou um monstro!
Chamas da Vazio
Mordeste a mais letal maça
Desta vida aterradora,
Bebeste,também,de um cálice
Mais negro que o onix
Foram as facetas dos seus sonhos
Que tornaram-se mais mortais a cada dia,
Foi a tristeza de um adeus
Estampada em teu rosto pela infinidade
Revira-se de um lado pra o outro
Em seu leito
Tentando não arder em chamas
Tentando afastar o pecado
Morre-te o tempo
Como o mais denso fantasma em tua janela
Definhando a caminho de estradas ilusórias.
Agora és simplesmente um espaço vazio
Arthur Willians
Desta vida aterradora,
Bebeste,também,de um cálice
Mais negro que o onix
Foram as facetas dos seus sonhos
Que tornaram-se mais mortais a cada dia,
Foi a tristeza de um adeus
Estampada em teu rosto pela infinidade
Revira-se de um lado pra o outro
Em seu leito
Tentando não arder em chamas
Tentando afastar o pecado
Morre-te o tempo
Como o mais denso fantasma em tua janela
Definhando a caminho de estradas ilusórias.
Agora és simplesmente um espaço vazio
Arthur Willians
Esperança Negra
Seus olhos eram escuros como a morte
E no entanto trouxeram-me esperança
Retiram-me momentaneamente a dor
Para depois fazer-me servo de sua causa
Por tanto tempo essa foi a única razão de
Minha existência
E mesmo a beira deste abismo
Ainda lhe tenho gratidão
Tornei-me uma arma a ser usada
Para satisfazer suas vontades
Apenas algo ambulante e cego
Jamais poderia retornar aquele inferno
E suas promessas pareciam me dar certeza
Da minha importância e do meu futuro
''Não existe razão para nossa existência,
No entanto se sobreviver verá muitas coisas
Interessantes''
Foram suas palavras...
Infelizmente discordo delas
Pois minha missão
É amar alguém que ofereceu-me
Uma falsa liberdade
Que ama apenas a si,
E que mesmo agora em meu leito de morte
Só pensa em poder.
Arthur Willians
E no entanto trouxeram-me esperança
Retiram-me momentaneamente a dor
Para depois fazer-me servo de sua causa
Por tanto tempo essa foi a única razão de
Minha existência
E mesmo a beira deste abismo
Ainda lhe tenho gratidão
Tornei-me uma arma a ser usada
Para satisfazer suas vontades
Apenas algo ambulante e cego
Jamais poderia retornar aquele inferno
E suas promessas pareciam me dar certeza
Da minha importância e do meu futuro
''Não existe razão para nossa existência,
No entanto se sobreviver verá muitas coisas
Interessantes''
Foram suas palavras...
Infelizmente discordo delas
Pois minha missão
É amar alguém que ofereceu-me
Uma falsa liberdade
Que ama apenas a si,
E que mesmo agora em meu leito de morte
Só pensa em poder.
Arthur Willians
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Recomeço
Eu preferi partir ao deixar de ser eu mesmo
Eu preferi deixar que o vento levasse as folhas
E as fizesse viajar distante até que o tempo
Já não as encontrasse mais
Eu decidi ficar com os meus pensamentos
Alcançar vôos novos através das asas da
liberdade
E aprender com tudo aquilo que você me ensinou
Fadado ao fim?
As lagrimas gritando insistem em cair do
Meu rosto, eu guardo os sentimentos de um coração quebrado.
Que tão logo suma esta angustia, assim como tão rápido ela invadiu meu peito
Arthur Willians
(as vezes deixar partir é doloroso, mas necessário!)
Eu preferi deixar que o vento levasse as folhas
E as fizesse viajar distante até que o tempo
Já não as encontrasse mais
Eu decidi ficar com os meus pensamentos
Alcançar vôos novos através das asas da
liberdade
E aprender com tudo aquilo que você me ensinou
Enquanto as estações passavam nosso amor florescia
E já no começo quem sabe não estavaFadado ao fim?
As lagrimas gritando insistem em cair do
Meu rosto, eu guardo os sentimentos de um coração quebrado.
Que tão logo suma esta angustia, assim como tão rápido ela invadiu meu peito
Arthur Willians
(as vezes deixar partir é doloroso, mas necessário!)
Prosopopéia Celebral
Você se encontra nas trevas?
Você vislumbra o infinito?
Você tece teias imaginárias
Que te ligam a esta realidade?
O que você faz para sentir-se vivo?
Você vive dia após dia e não enxerga
Esta mão invisível que sai do seu
Peito...
Trazendo os seus ensejos, descaracterizando...
E por fim revelando o irreal
São moedas agregadas revelando um prazer involuntário
Mostrando um desejo passivo
Delatado por conquistas frágeis e esquisitas
É no final um mortal medo de ter-se
Como mortal
Em doce candura em inocência madura
É apenas a pedra da vida que rola as escadarias de mármore
Do universo.
Arthur Willians
Você vislumbra o infinito?
Você tece teias imaginárias
Que te ligam a esta realidade?
O que você faz para sentir-se vivo?
Você vive dia após dia e não enxerga
Esta mão invisível que sai do seu
Peito...
Trazendo os seus ensejos, descaracterizando...
E por fim revelando o irreal
São moedas agregadas revelando um prazer involuntário
Mostrando um desejo passivo
Delatado por conquistas frágeis e esquisitas
É no final um mortal medo de ter-se
Como mortal
Em doce candura em inocência madura
É apenas a pedra da vida que rola as escadarias de mármore
Do universo.
Arthur Willians
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