À aqueles que possuem um laço tão forte quanto o sangue.
As vezes escolhemos o dom pela própria força si
pelo seu poder e seu laço mais forte que o sangue
Não pelo tempo que caminhou ao seu lado
Mas pelo tempo que lhe dedicou
Pelas vezes em que seu rosto torturado lhe foi gentil
E suas mensagens embalaram dias de vento e chuva
Nunca fomos verdadeiramente capazes de partir
Ou deixar o outro na escuridão
Essas memórias do novo tempo foram aprofundadas em mim
Sei que há luz em cada parte da tua amizade
Em cada demonstração simples de afeto
E na própria saudade que se arrasta as vezes
Em uma proporção sem fim
Fomos brindados com o dom da eterna harmônia
E enquanto os corações padecem em guerra
Os nossos triunfam.
Se a eternidade permitisse-me encontrar o seu segredo
Ele seria vazio sem as chamas que fazem desta existência
Mais poderosa do que qualquer outro reino
Não se atire no mar e nem se perca na inconsciência
Amigos e Irmãos com um laço tão forte
Quanto o sangue que corre rubro
Em nossas veias
sábado, 30 de janeiro de 2010
A pilula do esquecimento
Pra vcs que sentiam falta das poesias no blog, esta ai uma "nova". Mas já faz um tempo que eu a fiz.
A pilula do esquecimento
E há de se romper a
Ultima mascara de trapos
Sobre minha face.
Que junto com ela
A magoa encontre sua morada
E afasta-se
Que eu não possa mais sentir
Sequer uma agulha lançada
Á minha pele
Sopre as chamas da imaginação
E o que restará será o meu
desapego
Ele foi remendado e esmagado
Mas às vezes aparece em forma
De poesia
A desilusão removeu em ondas
Os pedaços de memória,
Entretanto agora eu vejo o rio
Como se ele pudesse me trazer
Algo para recordar,
Como se não fosse a
Materialização da saudade
Voltarei para o início e quem
Sabe sacrificarei o véu tênue
Que faz dos homens alvo de sua
Loucura
Pois esquecer é voltar
Para o lar
E dizer adeus é abandonar uma
Parte de si
Para sempre...
A pilula do esquecimento
E há de se romper a
Ultima mascara de trapos
Sobre minha face.
Que junto com ela
A magoa encontre sua morada
E afasta-se
Que eu não possa mais sentir
Sequer uma agulha lançada
Á minha pele
Sopre as chamas da imaginação
E o que restará será o meu
desapego
Ele foi remendado e esmagado
Mas às vezes aparece em forma
De poesia
A desilusão removeu em ondas
Os pedaços de memória,
Entretanto agora eu vejo o rio
Como se ele pudesse me trazer
Algo para recordar,
Como se não fosse a
Materialização da saudade
Voltarei para o início e quem
Sabe sacrificarei o véu tênue
Que faz dos homens alvo de sua
Loucura
Pois esquecer é voltar
Para o lar
E dizer adeus é abandonar uma
Parte de si
Para sempre...
Ausência

Eu praticamente abandonei o blog porque estou juntando as poesias para fazer um livro. Eu praticamente terminei ele, tem 82 páginas. Eu sei que não é muito, mas acho que em primeira instância é o suficiente. Eu estou sempre escrevendo e já tenho material para um outro livro. Eventualmente vou postar algumas poesias aqui para não abandonar de vez o blog. Mas se eu postar todas então não vai ter graça ler o livro, que contém algumas poesias que estão aqui e outras totalmente inéditas^^
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
ILLUMINATUS
Um dia
Cansado de mais uma overdose tecnológica
Decidi ir para o lugar
Que alimenta a vida
E atirar-me naquele abismo.
O tempo não existia
E eram apenas dias de noite eterna
Eles eram como sombras
E eu era um reflexo
Da minha realidade,
O nada tornava-se tudo
Então senti-me tentado
A perder-me pela infinidade
As minhas lembranças viraram pó
E foram derramadas universo a fora
Neste momento o bem e o mal
Eram um
E meus amigos estavam ocultos
Na mais densa floresta.
Cansado de mais uma overdose tecnológica
Decidi ir para o lugar
Que alimenta a vida
E atirar-me naquele abismo.
O tempo não existia
E eram apenas dias de noite eterna
Eles eram como sombras
E eu era um reflexo
Da minha realidade,
O nada tornava-se tudo
Então senti-me tentado
A perder-me pela infinidade
As minhas lembranças viraram pó
E foram derramadas universo a fora
Neste momento o bem e o mal
Eram um
E meus amigos estavam ocultos
Na mais densa floresta.
domingo, 5 de outubro de 2008
Doce Queda
Quando a noite cai
Uma agonia nefanda invade meu coração
E como a sombra de um louco
Meu pensamento vagueia.
Nessa escuridão as figuras tremulantes daqueles
Que foram meus conhecidos já não podem me ajudar
E de novo eu caminho por essa estrada abstrata
Chamada medo
Para minha sorte pequenas doses de ilusão podem
Cicatrizar minhas feridas momentaneamente.
Apenas mais uma vez
Vou deixar que você seja a minha maldição,
Minha doce queda do paraíso.
Sei que o precipício esta a dois passos
Mas hoje a fé não pode ser a cura
Só uma nostalgia
Chamando seu nome em delírios e fúria
Você sorri de novo intocada
Pronta para me ver arder em chamas
No escuro desta noite.
Uma agonia nefanda invade meu coração
E como a sombra de um louco
Meu pensamento vagueia.
Nessa escuridão as figuras tremulantes daqueles
Que foram meus conhecidos já não podem me ajudar
E de novo eu caminho por essa estrada abstrata
Chamada medo
Para minha sorte pequenas doses de ilusão podem
Cicatrizar minhas feridas momentaneamente.
Apenas mais uma vez
Vou deixar que você seja a minha maldição,
Minha doce queda do paraíso.
Sei que o precipício esta a dois passos
Mas hoje a fé não pode ser a cura
Só uma nostalgia
Chamando seu nome em delírios e fúria
Você sorri de novo intocada
Pronta para me ver arder em chamas
No escuro desta noite.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Retratos em chama
Eu busco a luz de uma infância perdida,
De um sonho falho,
De uma pequena chama escondida nessas paredes
Pra sempre sem vida
Marcadas de cinza e preto
Pela voz do tempo
Às vezes essa chama desperta para morrer com você
Então se dobra mais uma vez
Para o fundo de minha alma
Estraçalhada, torturada...
Tão doces devaneios fizeram-te perder
Em sua própria escuridão
E de vez em quando
Ela surge à sua porta distante
Trajada de preto
Mas ainda com o mesmo nome:
Esperança
Eu ainda quero o que sempre quis
Despertar e sair desse calabouço
Apenas uma vida...
As plantas do nosso jardim
Já estão secas
E esperando em planto está
A amarga realidade
Que foi a muito queimada
Com nossos retratos
Em uma noite esquecida.
O Anjo da Redenção
Como um anjo caído procurando a cura para os vícios
Eu caminho pela noite
Eu almejo o sono dos meus pecados.
Que a alma que grita seja abençoada
E que os desejos monstruosos sejam domados
Tal qual uma lírica perfeita
A dor é a forma do paraíso mostrar
Que ainda não alcançamos a perfeição
É o nosso toque mortal
Será que os deuses sentem nossa dor?
Em minha caminhada quantos bosques gelados encontrarei?
O suficiente para a quase insanidade
O suficiente para não sufocar
Como sol que surge para levar a gota de orvalho
Que meus pecados sejam expurgados
Sumam
A dor é a forma do paraíso mostrar
Que ainda não alcançamos a perfeição
É o nosso toque mortal
Será que os deuses sentem nossa dor?
Você não poderá gritar no fim da jornada
Você será a síntese de todas as suas ações
Você sente a minha dor?
Eu caminho pela noite
Eu almejo o sono dos meus pecados.
Que a alma que grita seja abençoada
E que os desejos monstruosos sejam domados
Tal qual uma lírica perfeita
A dor é a forma do paraíso mostrar
Que ainda não alcançamos a perfeição
É o nosso toque mortal
Será que os deuses sentem nossa dor?
Em minha caminhada quantos bosques gelados encontrarei?
O suficiente para a quase insanidade
O suficiente para não sufocar
Como sol que surge para levar a gota de orvalho
Que meus pecados sejam expurgados
Sumam
A dor é a forma do paraíso mostrar
Que ainda não alcançamos a perfeição
É o nosso toque mortal
Será que os deuses sentem nossa dor?
Você não poderá gritar no fim da jornada
Você será a síntese de todas as suas ações
Você sente a minha dor?
Assinar:
Postagens (Atom)
