sábado, 30 de janeiro de 2010

Irmãos de sangue (encontro parte II)

À aqueles que possuem um laço tão forte quanto o sangue.

As vezes escolhemos o dom pela própria força si
pelo seu poder e seu laço mais forte que o sangue
Não pelo tempo que caminhou ao seu lado
Mas pelo tempo que lhe dedicou
Pelas vezes em que seu rosto torturado lhe foi gentil
E suas mensagens embalaram dias de vento e chuva

Nunca fomos verdadeiramente capazes de partir
Ou deixar o outro na escuridão
Essas memórias do novo tempo foram aprofundadas em mim
Sei que há luz em cada parte da tua amizade
Em cada demonstração simples de afeto
E na própria saudade que se arrasta as vezes
Em uma proporção sem fim

Fomos brindados com o dom da eterna harmônia
E enquanto os corações padecem em guerra
Os nossos triunfam.
Se a eternidade permitisse-me encontrar o seu segredo
Ele seria vazio sem as chamas que fazem desta existência
Mais poderosa do que qualquer outro reino

Não se atire no mar e nem se perca na inconsciência
Amigos e Irmãos com um laço tão forte
Quanto o sangue que corre rubro
Em nossas veias

2 comentários:

Ana Matos disse...

Nossa maninho muito bonito o poema, parabéns! Como sempre você tem o dom das palavras, continue assim!!

Te amo de montão!



Le

Ana Matos disse...

Eita que burro da zero pra mim, aparece meu nome lá em cima, não tinha nada que assina ahuahuahua
a mas é isso ai intéeeeeeee